A direita dividida seguirá enfrentando a revolução cultural esquerdista?

10.13.2016  @DigaoPessoa
A direita "dividida" sucumbirá? Eis aí uma resposta sucinta para uma questão recorrente ao longo da história recente da civilização.

Direita dividida?

A direita não pode ser dividida para ser vencida, como ruminam os esquerdistas que buscam inspiração na Arte da Guerra, do Sum Tzu. Pois, simplesmente, a direita não é grupinho unido para que uns agarrem-se aos outros e, assim, possam atacar em bando os adversários para posteriormente obterem algum tipo de lucro financeiro, político, social ou classista.


A direita é uma multidão composta por indivíduos autônomos, interessados em procurar, cultivar e defender as verdades e os valores que formam a civilização. As pessoas da direita não estão unidas umas as outras diretamente por artificiais pactos de união, não estão arregimentadas por agremiações meramente institucionais, mas estão unidas tacitamente ou implicitamente por terem o mesmo e profundo objetivo. Como árvores de uma floresta densa cujos troncos são individuais, mas as raízes estão entrelaçadas no mesmo chão.

Por isso, os infiltrados, cedo ou tarde, caem desmascarados facilmente — são como árvores de raízes superficiais que tombam nos primeiros vendavais.

Dificilmente vemos pessoas que consideram-se de direita defendendo bandidos de estimação, como fazem os esquerdistas, que defendem enquanto podem, e até não poder mais, seus ídolos corruptos e seus ditadores comunistas, socialistas, etc.

Por isso, também, os "pensadores-que-não-pensam" da esquerda buscaram estabelecer a chamada guerra cultural, implantando ideologias e revoluções através das mídias, dos jornalistas, dos professores, dos artistas, das massas de manobra etc.

Eles imaginam que, através da contracultura e da deterioração programática dos valores e princípios morais outrora predominantes na cultura, podem tumultuar a cabeça das pessoas. Pois, elas ficariam confusas quanto ao que sejam as verdades universais e os valores concernentes a beleza da vida, dissuadidas, portanto, do ímpeto necessário ao confronto político.

Contudo, enganam-se os esquerdistas: a verdade sempre aparecerá ou ressurgirá. Ela é como um imã... Um campo gravitacional cósmico... O coração humano tem INFINITA sede por VERDADE.

Quem é esquerdista e segue ideologias ou "faz política" para chegar lá, e, lá permanecer desfrutando de poder ou riqueza — afinal, pensa ser esse o propósito da vida —, está sempre preso ao próprio fracasso de suas más intenções e más interpretações da realidade.

Pois, obviamente, a euforia até pode iludir quem quer se iludir, mas a felicidade não habita em quem espalha trevas sobre os outros e sobre si mesmo.







       

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