O que pensar de 1964 hoje

3.27.2019  @DigaoPessoa
Aqui o mais importante é a concisão, portanto nada de delongas introdutórias. Vamos diretamente a resposta, pressupondo que o leitor conheça os fatos históricos decorridos de 1964, em suas distintas narrativas e versões, quais sejam de esquerda ou de direita...

O governo militar teve entre seus pontos positivos o fato de ter evitado uma ditadura comunista no país.

Teve, entretanto, o ponto negativo de permitir, com concessões públicas, monopolizações aviltadoras da dignidade humana e de seu intelecto, principalmente a concentração total das mídias nas mãos de comunicadores esquerdistas, tais elementos buscaram subverter ou desconstruir os valores e princípios morais e éticos aglutinadores do povo e fundantes do país.

O monopólio da imprensa de esquerda prosperou no regime militar!

Com a voz do povo ressoando nas redes sociais como vemos hoje, podemos afirmar com clareza que o que subvertia não era a livre expressão de todo o povo, mas sua voz sufocada pelo falatório da mídia engajada. Na época, talvez não fosse fácil ver o tamanho do problema, mas hoje é fácil afirmar que foi um grave erro permitir que somente jornalistas e agitadores culturais, em meia dúzia de TVs, rádios e jornais, tivessem o monopólio da comunicação.

Por essas e por outras, não parece adequado utilizar os conceitos do jogo esquerda-direita para definir o governo militar.

Pode ser evidente afirmar que existem outros temas importantes envolvidos, porém estamos em 2019 e o que vemos aqui? Vemos um presidente civil, mas de formação militar e representante dos valores éticos mais arraigados no povo brasileiro, que o elegeu democraticamente, sofrer oposição dissimulada ou descarada, em um coral tão ridículo quanto cínico, por quase toda a mídia que continua detendo a exclusividade das concessões públicas dos sinais abertos de TV e rádio.

Mas, independente de visões políticas e afetações meramente ideológicas, que compõe o jogo esquerda-direita engendrado pela esquerda, o fato mais óbvio é que temos a obrigação ética de homenagear os militares que empregaram e empregam suas vidas para garantir a todos a maior paz possível num país tão atacado pela revolução cultural modernista do século XX e acometido pela degradação psico-social deflagrada pela mídia engajada nas ideologias esquerdistas.

E, sem pagar pedágio para conjecturas resultantes de "ideologia militarista", podemos afirmar o que se segue, ancorados apenas na lógica dos fatos: Se ainda temos um país e resistimos a tantas tormentas é porque temos nas Forças Armadas do Brasil um pavilhão de valores cívicos ancorado em valores civilizatórios de outrora.

Valores também presentes no coração do povo que elegeu o presidente. Não há exagero, portanto, em proceder com as comemorações relativas a ação militar ocorrida no país em 1964. O Presidente Bolsonaro acertou novamente.
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